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24/08/2015

Deputado Carlão Pignatari solicita providências sobre incitação feita pelo presidente da CUT

Vagner Freitas sugeriu à população a ir para as ruas com armas nas mãos
O deputado estadual Carlão Pignatari, líder da Bancada do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo, manifestou-se indignado com a declaração feita pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, em recente evento público do qual participou também a presidente da República, Dilma Rousseff.
O fato ocorreu dias antes de a população sair às ruas no dia 16 (domingo) para protestar contra as atitudes do governo federal e da corrupção na Petrobras.
O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou, na edição desta quinta-feira (dia 20/08), indicação feita pelo deputado Carlão Pignatari, nos termos do artigo 159 da XIV Consolidação do Regimento Interno, ao presidente da Assembleia Legislativa, “que encaminhe ao Ministério Público Federal solicitação para que tome providências no sentido de apurar a fala do presidente da CUT, Vagner Freitas, que incitou a população a ir para as ruas com armas nas mãos”.
De acordo com Carlão, “no dia 13 de agosto, cerca 1200 pessoas se reuniram no salão nobre do Palácio do Planalto em uma solenidade organizada para mais de 40 entidades e movimentos sociais. Conforme foi amplamente divulgado pela mídia, o presidente da CUT, Vagner Freitas, em seu discurso, convocou os movimentos socais a usar armas para defender a presidente Dilma Rousseff”.
“Somos defensores da unidade nacional, na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos. E que isso implica agora, neste momento, ir para as ruas entrincheirados, com arma na mão, se tentarem derrubar a presidenta”, bradou Vagner Freitas naquele evento.
Para Carlão, o fato é considerado de natureza grave, pois “o referido evento teve ampla cobertura da mídia e o vídeo com a fala do senhor Vagner Freitas está disseminado nas redes sociais”. Acrescenta que “a incitação pública ao crime é um crime previsto no Código Penal Brasileiro, portanto, faz-se necessária que seja feita a devida apuração do episódio pelo Ministério Público Federal”.
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