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05/10/2015

Deputado Carlão Pignatari participa da abertura do Instituto de Educação para a Democracia

Lançamento da organização, na Assembleia Legislativa, teve palestra do jurista Miguel Reale Júnior
O deputado estadual Carlão Pignatari, líder da Bancada do PSDB, participou, na noite de quinta-feira (dia 24/09), do lançamento do Instituto de Educação para a Democracia – IEDE Brasil, em evento realizado na Assembleia Legislativa. Para marcar o início da organização, houve uma palestra do renomado jurista Miguel Reale Júnior, que discorreu sobre o tema “O exercício da democracia na atual conjuntura nacional”.
Também participaram do evento o senador Aloysio Nunes e sua esposa Giseli Sayeg, presidente da organização; o senador José Serra; o presidente da Assembleia, Fernando Capez; o secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro; entre outras autoridades.
O deputado explicou que Miguel Reale Junior é parceiro do também jurista Hélio Bicudo na autoria do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, já protocolado na Câmara Federal. De acordo com Reale, “como lutamos contra a ditadura dos fuzis, lutamos agora contra a ditadura da propina”, afirmou.
Reale destacou, em sua palestra, que “nós não tivemos vida democrática durante os 12 anos de PT. Os novos movimentos sociais que se organizam nas redes sociais, fizeram os grandes movimentos de rua”, frisou.
Carlão explicou que a nova organização não tem fins lucrativos e nem cunho partidário, cuja missão central é promover ações que valorizem e estimulem a formação e responsabilidade política do cidadão e o pleno desenvolvimento da cidadania.
“O IEDE atende a todos os que tenham interesse e identidade com o seu conteúdo programático, independente de classe social, nacionalidade, sexo, raça, cor e crença religiosa”, acrescenta Carlão.
Em suma, o IEDE visa, entre outros itens, promover a responsabilidade política do cidadão, através de cursos de formação política e de educação cívica; incentivar a formação cultural e o pleno desenvolvimento da cidadania; e promover a participação contínua e vigilante dos cidadãos nos atos governamentais e na fiscalização das políticas públicas.
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